Seja minha vida o padrão naquilo que eu falar e no procedimento, o exemplo à todos levar.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

A Covardia e a Tortura dos Pés de Lótus


Os pés de lótus

No passado, os pés das mulheres chinesas eram considerados estranhos em seu tamanho normal. A beleza e virtude da mulher chinesa estavam vinculados ao tamanho de seu pé, que tinha que se assemelhar ao tamanho de uma pequena “flor de lótus”.
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Esse antigo costume começou durante a dinastia Sung (960-976 aC), com a intenção de imitar uma concubina imperial, que era obrigada a dançar com os pés enfaixados. O enfaixe começava aos 5 anos de idade, tradição passada de mãe para filha, e tinha por objetivo atrair o sexo oposto e conquistar um bom casamento.

Ataduras dobravam os quatro dedos menores até a sola dos pés e forçavam o calcanhar para dentro, exagerando o arco. O processo era torturante. Garotas choravam em agonia, incapazes de comer, beber ou pensar por causa da dor. De tempos em tempos era preciso trocar as ataduras e apertá-las ainda mais, prestando atenção também em possíveis infecções cortando as unhas para evitar algum machucado. Algumas mulheres davam o azar de desenvolverem gangrena e os dedos precisavam ser retirados. Isso era visto como sinônimo de sorte pois deixariam seus pés ainda menores. Era muito difícil para essas meninas terem uma infância adequada pois não conseguiam correr e brincar com os pés enfaixados e sentindo tanta dor. 

‘‘Claro que isso era doloroso’’, lembra Wang Yixian, 78 anos. ‘‘Mas se você não enfaixava os pés, não achava marido.’’ Famílias pobres viam neste processo a possibilidade de conseguir uma vida melhor para as filhas, para demonstrar valor e o status. O que é fato, é que muitos chineses dessa época achavam os “pés de lótus” muito eróticos, considerados a parte mais íntima da anatomia da mulher. A idéia era de que os pés unidos, lembrassem a flor de lótus e formassem uma 'segunda vagina', muitas vezes mais interessante para o homem do que a própria vagina. Um pé enfaixado com sucesso tinha de 7cm a 10cm. Andar era difícil: as mulheres oscilavam de um lado para o outro, o que também evocava a imagem da flor de lótus ao vento.

Alguns rapazes que eram 'adotados' por homossexuais, também tinham os pés enfaixados. Os homossexuais e travestis chineses que não tinham os pés atrofiados, procuravam imitá-los, passando pela tortura de usarem sapatos muito estreitos e pequenos, para ter o que julgavam ser uma aparência mais sensual.

Em menor grau, tais costumes eram comuns na Coréia, na Indonésia, no Tibete, no Japão e em outras localidades da Ásia. 

Reformistas, durante a última dinastia chinesa, a dos Qing, tentaram banir a prática do atrofiamento dos pés mas o costume só foi abolido quando os comunistas tomaram o poder em 1949.

Mulheres que tiveram seus pés enfaixados pela maior parte de suas vidas foram chamadas a desenfaixá-los depois que os comunistas assumiram o poder e baniram o costume, em 1949. O que uma vez disseram que era bonito tornou-se tão ridicularizado quanto repulsivo. Mulheres que tinham suportado a dor para encaixar-se em ideais de beleza eram repentinamente objeto de escárnio.

A prática banida deixou problemas de saúde visíveis nas mulheres cujos pés foram alguma vez enfaixados. Um estudo de 1997 do Jornal Americano de Saúde Pública mostrou que elas são mais suscetíveis a quedas e têm riscos maiores de fraturar a espinha e os quadris. 

Pés de lótus já foram considerados intensamente eróticos na cultura chinesa, uma mulher com pés perfeitos de lótus (entre 7 a 10 cm) tinha grandes chances de se casar com um homem de família rica. Os homens entendiam que a fantasia simbólica erótica de pés de lótus não corresponde a aparência física desagradável pois eles ficavam sempre escondidos. O principal efeito do pé de lótus era a forma como a mulher andava com eles, os pequenos passos e caminhar balanceado da mulher pois elas eram obrigadas a andar sobre seus calcanhares, colocando todo o peso sobre o peito do pé. Os pés descobertos daria um cheiro horrível das dobras sujas, o que era mais um motivo de estarem quase sempre cobertos.

Créditos: Facebook  

"AMERICANOS DO NORTE... RACISTAS AO EXTREMO"

Em 14 de novembro de 1960, Ruby Bridges, uma menina de seis anos de idade, foi levada à escola em Nova Orleans, EUA, por uma escolta de policiais federais.
A menininha foi pesadamente insultada e ameaçada de morte por uma multidão enfurecida. Assistiu às aulas sozinha: as demais crianças foram mantidas em casa pelos pais.
Ruby Bridges era negra - esse era seu crime.
Ruby foi a primeira criança negra a ir para a escola, com o fim da política de segregação racial nos EUA, em Nova Orleans, em 1960.
Seu primeiro dia de aula foi marcado por xingamentos, medo, racismo. A escola, pasmem, estava vazia, pois os pais não deixaram seus filhos frequentarem o ano escolar com a presença de Ruby. Também não havia professores, apenas um educador quis dar aula para Ruby. Seus pais foram severamente ameaçados. E, durante meses, ela teve que ir e voltar da escola acompanhada por 4 policiais.
E mesmo quando objetos e xingamentos eram jogados contra seu corpo, com 6 anos de idade, Ruby não desistiu, não chorou, sequer fraquejou. Era uma pequena soldada - palavras de Charles Burks, um dos quatro policiais que a escoltavam.
No ano seguinte, Ruby não estava mais sozinha na escola. 
Inspirados por sua coragem e pela de sua família outras crianças negras foram matriculadas.

Créditos: https://www.facebook.com/Historiaimagens/photos/a.353081771479955.1073741828.353079448146854/1072674559520669/?type=3&theater

NOVA NOTA DE FALECIMENTO - Investigadora FERNANDA TOMAZ FRANCO.

NOVA NOTA DE FALECIMENTO



 


Caros colegas, do dia primeiro ao dia quatro, este blog vem externando com entristecimento,  mais outro notícia funesta.
Agora, foi a passagem da colega Policial Civil, Investigadora FERNANDA TOMAZ FRANCO.

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A policial morreu em um acidente na tarde desta sexta-feira (3), no km 652 da BR-262, em Ibiá, no Alto Paranaíba. A informação foi divulgada pela assessoria de comunicação da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Araxá (2ª DRPC).
Imagem relacionadaO acidente envolveu dois veículos. O carro em que a investigadora estava seguia para a Belo Horizonte. Outros três ocupantes do veículo foram socorridos pelo resgate da concessionária Triunfo e encaminhados ao Pronto Atendimento Municipal (PAM) de Araxá, onde após atendimentos e exames, um dos feridos foi medicado e liberado. Outras duas pessoas continuam internadas em observação, porém não correm risco de morte.
Ainda conforme divulgado pela assessoria, o condutor do outro veículo, que teve escoriações, relatou que seguia pela rodovia, quando perdeu o controle direcional do carro, rodou em uma curva, momento em que o outro veículo, que seguia na pista contrária, colidiu na lateral direita do seu veículo. O motorista ainda contou que chovia no momento do acidente.
O registro da ocorrência foi feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Em seguida, o corpo da investigadora foi encaminhado para a cidade de Uberlândia e liberado para os familiares.
Segundo a assessoria da 2ª Delegacia Regional, a investigadora se formou em 2016 na Academia de Policia Civil de Minas Gerais, era natural de Ituiutaba, tinha 27 anos e estava lotada na Delegacia de Polícia Civil de Monte Carmelo.
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Município de Monte Carmelo MG
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Imbiá MG
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 Investigadora morre em acidente na BR-262 em Ibiá (Foto: Ascom 2ª DRPC Araxá/Divulgação)

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Fonte - créditos:
http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2017/02/investigadora-da-policia-civil-morre-em-acidente-na-br-262-em-ibia.html
http://www.patosagora.net/noticia/investigadora-da-policia-civil-de-minas-gerais-perde-a-vida-em-grave-acidente-na-br-262-em-ibia-mg

Inspetor de Polícia MG ANTÔNIO RAIMUNDO GONÇALVES

LUTO - NOTA DE FALECIMENTO

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É com pesar que nós deste grupo, NOVAMENTE externamos a passagem de  mais um ente querido de companheiros. 

No presente caso, do pai de nossa amiga VANVAN, Investigadora PCMG, o Inspetor de Polícia ANTÔNIO RAIMUNDO GONÇALVES.

O sepultamento nesta tarde onde estará sendo velado no Parque da Colina.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

LUTO - NOTA DE FALECIMENTO

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É com pesar, que nos do grupo  externamos a passagem da Sra. NELSNOLINA OLIVEIRA DA SILVA, mãe de nossa amiga e colega Policial Civil SIMONE OLIVEIRA, sabendo que o enterro será no Bosque da Esperança. 
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domingo, 29 de janeiro de 2017

O ’antes e depois’ de viciados em drogas

O ’antes e depois’ de viciados em drogas
As drogas são muito mais poderosas do que imaginamos. Hoje, por meio de histórias reais, mostraremos os efeitos de algumas delas no organismo. Elas provam que a melhor maneira de superar um vício é ter força de vontade, tranquilidade para vencer um dia de cada vez e contar com a ajuda de pessoas queridas.

Quatro anos sem heroína e anfetamina

Dejah Hall, de 26 anos, compartilhou a sua história no seu Facebook: "Hoje faz quatro anos que não consumo heroína e anfetamina. A foto da esquerda foi tirada no dia em que eu fui presa. Felizmente, no mesmo dia, me encontrei com Deus. Com a ajuda Dele, hoje acabei a faculdade e espero algum dia poder trabalhar como pregadora em uma prisão. Tenho um lindo filho de um ano e meio e a cada dia eu agradeço a Deus por ter conseguido superar as drogas".

10 anos sem metanfetamina

Esta garota se lembra dos tempos em que era viciada como o período mais difícil da sua vida. “Tinha apenas 19 anos. Achava que era a melhor do mundo. Pesava apenas 45 kg e me comportava muito mal. Roubava meus amigos e minha família. Mentia e causava muita dor às pessoas mais importantes na minha vida“. Desde que deixou as drogas, a vida dela mudou completamente. ”Hoje, eu não preciso mais ficar em clínicas de reabilitação. Já não sou quem eu era há 10 anos. Sou uma pessoa forte, completa e orgulhosa de mim".

Oito meses sem heroína

No seu Instagram, esta garota escreveu "Oito meses maravilhosos sem drogas. Nunca havia aguentado tanto tempo. Desta vez, eu realmente quero que dê certo de verdade".

Dois anos e três meses sem heroína

Ela foi levada a um centro para dependentes químicos pela decisão do juiz responsável pela custódia da filha. "Ele me acusou de desacato e me mandou a uma prisão até encontrar uma maneira melhor de me ajudar. Da prisão, fui levada ao melhor centro para dependentes químicos do Estado. A luta contra o vício não foi fácil, mas, agora, o pesadelo ficou no passado", compartilhou.

Seis anos sem anfetamina

Shannah Echols-White admite: "Ainda tenho a foto da esquerda para me lembrar até onde me levou o meu vício. Me sentia completamente acabada. Quando olho para a foto da direita, penso: Eu consegui! Hoje, celebro a vida. São seis anos sem drogas. Se você ainda vive neste pesadelo, quero que saiba que a esperança sempre existe. Você também pode superar o seu vício e viver uma vida normal. NUNCA é tarde para começar".

Seis anos sem cocaína e heroína

Nas fotos, vemos o fotógrafo Graham MacIndoe. É assim que ele se lembra de como lutou contra esse problema: "Quando você é um viciado, sente que jamais poderá ter uma vida normal. Isso não é verdade. Não é fácil, mas é possível. Sim, a sua vida jamais será como antes, mas sempre há espaço para novas conquistas, descobrimentos e mudanças radicais. Isso foi o que aconteceu comigo. Minha percepção mudou muito. Nunca fui uma pessoa má ou egoísta, mas, hoje, vejo as pessoas e a humanidade com outros olhos. Tenho vontade de viver".

Três meses e meio sem drogas

Esta garota se chama Vanessa. Ela reconhece que, por causa do vício e de uma dor constante, pensou muitas vezes em cometer suicídio. Felizmente, encontrou forças para superar o vício e procurou ajuda. "Hoje, estou cercada de mulheres fortes, trabalho com um tutor e sigo suas recomendações. Um estilo de vida sóbrio tem uma série de vantagens. Lute e jamais desista, um milagre pode acontecer!", afirma ela.

Seis anos sem derivados do ópio

Para este garoto, a luta também não foi fácil. “Meu processo de reabilitação parecia um inferno. Me sentia mal mesmo com a dose de metadona que me davam. Passei a primeira semana na prisão, o resto do tempo estive com a minha mãe, sempre em posição fetal“, compartilhou ele. Apesar disso, disse, o resultado valeu a pena. ”Se você está lutando contra um vício, jamais deve se render. Acredite em mim, você não imagina como, após o processo, a sensação é maravilhosa. Acordar de manhã e não pensar onde conseguir drogas. Isso não tem preço".

Um ano sem heroína

Alyssa Gaudinier começou a consumir heroína aos 14 anos. Hoje, com 20 anos, ela trabalha como professora de crianças. Estas são as lembranças da época em que ela era viciada: “Ouvimos o tempo todo histórias sobre os perigos das drogas, mas isso, infelizmente, desperta interesse em muita gente“. A reabilitação foi a ajuda de que ela precisou para voltar à vida normal. ”Agora, já não sinto mais o desejo insuperável de sair e fazer coisas ou ser alguém que eu não sou. Posso ser eu mesma".

Cinco meses sem cocaína, heroína e êxtase

Como muitos outros viciados em drogas, este garoto acabou na prisão. Ele foi julgado três vezes por infrações leves e três por infrações graves. As acusações de duas das infrações graves foram retiradas e uma foi considerada ’delito administrativo’. Hoje, ele está em reabilitação em Baltimore. "Estou aqui desde que saí da prisão. Minha vida está ficando mais estável. Sei que cinco meses não são muito tempo, mas, para mim, é uma grande conquista. Nunca havia aguentado tanto tempo. Ainda tenho um longo caminho a percorrer", admite ele.

Cinco anos sem heroína

Jeanette Fidler foi parar na cadeia muitas vezes por roubar pessoas em academias e spas. Ela acabou sendo proibida de entrar em todas as academias da Grã Bretanha. Apesar das 174 acusações, conseguiu ser liberada da prisão para entrar em um programa de reabilitação. Hoje, seu vício ficou no passado. Há cinco anos ela não consome drogas.

13 anos sem drogas

Este homem se chama Khali Rafati. Ele viveu durante muito tempo uma vida infernal, lutou contra a heroína e vivia sem um centavo no bolso. Hoje, ele é dono de uma empresa de sucos naturais e tem como clientes muitos famosos de Hollywood. As fotos são a prova de que é possível sair das drogas e viver uma vida saudável e feliz.
Fonte Bored Panda 
Tradução e adaptação Incrível.club 
Foto de abertura Dejah Hall/ facebook.com 
https://incrivel.club/inspiracao-gente/o-antes-e-depois-de-viciados-em-drogas-192560/