Seja minha vida o padrão naquilo que eu falar e no procedimento, o exemplo à todos levar.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

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Para respostas na OLX...
Venda do veículo abaixo e os detalhes...
Omega Australiano 1998/1999, pintura queimada pois ficou guardado por alguns anos no tempo.
Carro foi comprado no Leilão em 2003 e tinha um esbarrão na frente e atrás. Foi feito lanternagem e pintado.
O bate na frente afetou o condensador, porém, a peça está à disposição.
O jornalista que me vendeu, comprou no leilão em Contagem - Palácio dos Leilões.
Arrumou o carro e parecia que o condensador estaria ok.
Ele, jornalista, quebrou, veio separação, bebida e depressão...
Comprei o carro para ajudar, em 2011. Porém, o carro ficou guardado desde 2011 e veio rodando de Betim MG à Itabira. Um avião de carro!
Está o tempo todo guardado e o sol danificou ainda mais a pintura. Não tem nada para fazer de funilaria.
Motor somente rodou 88 mil km, original e não é "tapa" no odômetro.
Caixa é automática e não dou garantia de sua parte elétrica. Aliás, em nada de parte elétrica, por causa de alguma oxidação ou outra que aparecer. Porém, a caixa em si, dou garantia e como dito, menos em parte elétrica dela.
Pneus ok e suspensão também.
Bancos de tecido.
Placa para consultar um despachante EQE-1111.
IPVA 2017 para pagar... Fazer a segunda via do veículo. Deve gastar uns dois mil com doc e uns dois mil com pintura, desde que não seja um explorador
Valor R$7.300,00 objetivando desocupar o lugar.
e-mail boimfamily@yahoo.com.br
Fotos...
















sábado, 4 de fevereiro de 2017

A Covardia e a Tortura dos Pés de Lótus


Os pés de lótus

No passado, os pés das mulheres chinesas eram considerados estranhos em seu tamanho normal. A beleza e virtude da mulher chinesa estavam vinculados ao tamanho de seu pé, que tinha que se assemelhar ao tamanho de uma pequena “flor de lótus”.
A imagem pode conter: 1 pessoa, sentado

Esse antigo costume começou durante a dinastia Sung (960-976 aC), com a intenção de imitar uma concubina imperial, que era obrigada a dançar com os pés enfaixados. O enfaixe começava aos 5 anos de idade, tradição passada de mãe para filha, e tinha por objetivo atrair o sexo oposto e conquistar um bom casamento.

Ataduras dobravam os quatro dedos menores até a sola dos pés e forçavam o calcanhar para dentro, exagerando o arco. O processo era torturante. Garotas choravam em agonia, incapazes de comer, beber ou pensar por causa da dor. De tempos em tempos era preciso trocar as ataduras e apertá-las ainda mais, prestando atenção também em possíveis infecções cortando as unhas para evitar algum machucado. Algumas mulheres davam o azar de desenvolverem gangrena e os dedos precisavam ser retirados. Isso era visto como sinônimo de sorte pois deixariam seus pés ainda menores. Era muito difícil para essas meninas terem uma infância adequada pois não conseguiam correr e brincar com os pés enfaixados e sentindo tanta dor. 

‘‘Claro que isso era doloroso’’, lembra Wang Yixian, 78 anos. ‘‘Mas se você não enfaixava os pés, não achava marido.’’ Famílias pobres viam neste processo a possibilidade de conseguir uma vida melhor para as filhas, para demonstrar valor e o status. O que é fato, é que muitos chineses dessa época achavam os “pés de lótus” muito eróticos, considerados a parte mais íntima da anatomia da mulher. A idéia era de que os pés unidos, lembrassem a flor de lótus e formassem uma 'segunda vagina', muitas vezes mais interessante para o homem do que a própria vagina. Um pé enfaixado com sucesso tinha de 7cm a 10cm. Andar era difícil: as mulheres oscilavam de um lado para o outro, o que também evocava a imagem da flor de lótus ao vento.

Alguns rapazes que eram 'adotados' por homossexuais, também tinham os pés enfaixados. Os homossexuais e travestis chineses que não tinham os pés atrofiados, procuravam imitá-los, passando pela tortura de usarem sapatos muito estreitos e pequenos, para ter o que julgavam ser uma aparência mais sensual.

Em menor grau, tais costumes eram comuns na Coréia, na Indonésia, no Tibete, no Japão e em outras localidades da Ásia. 

Reformistas, durante a última dinastia chinesa, a dos Qing, tentaram banir a prática do atrofiamento dos pés mas o costume só foi abolido quando os comunistas tomaram o poder em 1949.

Mulheres que tiveram seus pés enfaixados pela maior parte de suas vidas foram chamadas a desenfaixá-los depois que os comunistas assumiram o poder e baniram o costume, em 1949. O que uma vez disseram que era bonito tornou-se tão ridicularizado quanto repulsivo. Mulheres que tinham suportado a dor para encaixar-se em ideais de beleza eram repentinamente objeto de escárnio.

A prática banida deixou problemas de saúde visíveis nas mulheres cujos pés foram alguma vez enfaixados. Um estudo de 1997 do Jornal Americano de Saúde Pública mostrou que elas são mais suscetíveis a quedas e têm riscos maiores de fraturar a espinha e os quadris. 

Pés de lótus já foram considerados intensamente eróticos na cultura chinesa, uma mulher com pés perfeitos de lótus (entre 7 a 10 cm) tinha grandes chances de se casar com um homem de família rica. Os homens entendiam que a fantasia simbólica erótica de pés de lótus não corresponde a aparência física desagradável pois eles ficavam sempre escondidos. O principal efeito do pé de lótus era a forma como a mulher andava com eles, os pequenos passos e caminhar balanceado da mulher pois elas eram obrigadas a andar sobre seus calcanhares, colocando todo o peso sobre o peito do pé. Os pés descobertos daria um cheiro horrível das dobras sujas, o que era mais um motivo de estarem quase sempre cobertos.

Créditos: Facebook  

"AMERICANOS DO NORTE... RACISTAS AO EXTREMO"

Em 14 de novembro de 1960, Ruby Bridges, uma menina de seis anos de idade, foi levada à escola em Nova Orleans, EUA, por uma escolta de policiais federais.
A menininha foi pesadamente insultada e ameaçada de morte por uma multidão enfurecida. Assistiu às aulas sozinha: as demais crianças foram mantidas em casa pelos pais.
Ruby Bridges era negra - esse era seu crime.
Ruby foi a primeira criança negra a ir para a escola, com o fim da política de segregação racial nos EUA, em Nova Orleans, em 1960.
Seu primeiro dia de aula foi marcado por xingamentos, medo, racismo. A escola, pasmem, estava vazia, pois os pais não deixaram seus filhos frequentarem o ano escolar com a presença de Ruby. Também não havia professores, apenas um educador quis dar aula para Ruby. Seus pais foram severamente ameaçados. E, durante meses, ela teve que ir e voltar da escola acompanhada por 4 policiais.
E mesmo quando objetos e xingamentos eram jogados contra seu corpo, com 6 anos de idade, Ruby não desistiu, não chorou, sequer fraquejou. Era uma pequena soldada - palavras de Charles Burks, um dos quatro policiais que a escoltavam.
No ano seguinte, Ruby não estava mais sozinha na escola. 
Inspirados por sua coragem e pela de sua família outras crianças negras foram matriculadas.

Créditos: https://www.facebook.com/Historiaimagens/photos/a.353081771479955.1073741828.353079448146854/1072674559520669/?type=3&theater